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Descrição do produto
Autor: Rafael Lavarini
Isbn: 9786587834023
Editora: Fergus
Assunto: Literatura
Edição: 1ª Ed
Ano: 2020
Pág: 262
Formato: 16x 23cm
Sinopse:
Este livro não foi escrito para apontar crimes de ordem social e suas punições cabíveis por Lei. Foi escrito para trazer uma chuva de empatia e de amor ao irmão que cometeu algum crime. Veio para nos dizer que é possível, sim, recomeçar. Foi escrito para nos relembrar que todo mal pode ser reparado e que, enquanto existirem prisões, estaremos todos presos ? mesmo que ficamos do lado de fora das grades. A Mãe dos Órfãos de Calcutá disse que "quem julga as pessoas não tem tempo para ama-las", mas nós ainda julgamos demais e amamos de menos. Quando alguém adolescente é levado ao hospital para ser tratado e depois volta às suas atividades normais. Afinal, ninguém espera que um paciente vá para o hospital para ser tratado e saia de lá ainda mais doente. Por que, então, mandar um doente social para um presídio sabendo que ele vai sair de lá "ainda mais doente"? Esquecemo-nos de que ninguém nasce criminoso; por isso, esforcemo-nos para eliminar o crime, e não o criminoso. Seguindo os exemplos do Evangelho, o autor nos mostra que onde houver amor a multidão de pecados será apagada. Afinal, prisioneiros todos somos. Prisioneiros do trabalho. Prisioneiros do consumismo. Prisioneiros do desânimo. Prisioneiros de nós mesmos. O convite desta obra é para que vejamos, na figura do Tecelão de Tarso, a vitória do amor sobre as prisões ? pessoal ou social. São páginas que nos levam ao amor que nos liberta do mundo e nos faz prisioneiros do Cristo. Somos prisioneiros porque estamos algemados ao passado e sempre à espera de encontrar as chaves que nos libertarão em algum momento no futuro. Enquanto vagamos entre os gritos do ontem e os ecos do amanhã, esquecemo-nos de que a liberdade se chama ? e nos chama ? HOJE. Temos lutado pela liberdade nas academias do intelecto, nas organizações sociais e, claro, na nossa individualidade. Lutamos por liberdade, mas não queremos nos livrar do que nos aprisiona. Muitas vezes nem nos damos conta de que estamos aprisionados. Outras sequer sabemos o que nos aprisiona. E, quando o sabemos, jogamos fora das chaves, quase sempre por medo. Sim, o medo da liberdade é maior que o desejo que temos por ela. Acostumamo-nos à escravidão do que é duradouro, do momentâneo e do que dura um pouco. Por isso, temos medo do que é eterno; do que é duradouro. A liberdade, uma vez alcançada, é eterna ? e isso nos assusta. As palavras do Evangelho nos assustam porque elas são palavras de Vida Eterna. Deus é incompreendido no nosso imediatismo porque ele é eterno. E tudo parece desabar quando nos vemos, sem olhar para o espelho, e descobrimos que também estamos imersos nesta Eternidade. Que esta leitura te liberte e que, ao mesmo tempo, te aprisione ao Cristo. Que estas páginas te abram como portas da eternidade, agora. "Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome..." A frase de C. Lispector será completa quando percebermos que o nome deste desejo é AMOR. Altino Mageste - Uttoxeter - Agosto 2020.